A Proptech Abrigar, startup cuja proposta é permitir a compra e venda de imóveis por meio de uma disputa online de ofertas, acaba de chegar ao mercado brasileiro com o desafio de inovar no modelo de negócios voltado para habitação.

Trata-se de uma plataforma online na qual o vendedor anuncia o seu imóvel e os interessados se habilitam a participar do processo licitatório, enviando propostas de compra que podem envolver imóveis e automóveis como permuta, carta de crédito e dinheiro. O vendedor, por sua vez, pode aceitar ou rejeitar as propostas.

“Trazemos um novo conceito para o mercado imobiliário, que abarca iniciativas diferentes para auxiliar os negócios e melhorar a experiência do consumidor”, informa Jhonni Balbino da Silva, CEO e fundador da empresa.

Ele pretende triplicar de tamanho até o fim de 2020 e se tornar uma empresa unicórnio em sete anos.

Segundo Silva, não há comissionamento no modelo de negócios da Proptech Abrigar. “Trabalhamos com uma taxa de anúncio que só é cobrada quando o cliente recebe uma oferta”, explica ele. A taxa varia de acordo com o preço do imóvel, transitando entre R$ 99 e 599. A empresa disponibiliza ainda aos clientes um KIT publicidade, contratado à parte, no qual o imóvel é anunciado nos principais players do setor por um valor abaixo do que o cliente pagaria se contratasse o serviço diretamente.

A principal estratégia de crescimento é trabalhar de forma próxima com imobiliárias. Hoje, a startup agrega profissionais das Cidades de São Paulo, Sorocaba (SP), Campinas (SP) e Florianópolis (SC) e investe maciçamente em marketing digital. Futuramente, nos planos do fundador, estão as parcerias com construtoras e bancos para a comercialização de imóveis retomados.

Silva revela que a ideia é unir inovação e flexibilidade para mais resultado em vendas, de forma que os negócios sejam vantajosos para ambos os lados. Para ele, quanto mais flexível for o processo licitatório, mais interessados participarão dele, o que fará com que o ativo ganhe ainda mais valor de mercado.

Outra preocupação do CEO é manter a consciência sustentável, uma vez que a empresa nasceu em meio à nova economia e possui grande preocupação com o meio ambiente. Para tanto, a empresa não consome papel em seus processos e possui infraestrutura 100% digital.

“Adotamos ainda o que chamamos de FIB (Felicidade Interna Bruta), estratégia de negócio voltada para nossos colaboradores e prestadores de serviços. Contamos com uma equipe diversificada, distribuída pelos Estados de Mato Grosso, Paraná, Santa Catarina e São Paulo, e a maioria deles trabalha em home office”, esclarece Silva, lembrando que a cada dia, buscam ser mais eficientes, gastar menos e aproveitar ao máximo seu melhor ativo: as pessoas.

Com estas novidades, a empresa espera chamar a atenção de novos investidores e parceiros estratégicos. “Queremos ocupar um espaço estratégico neste mercado, que ainda tem muito a evoluir”, conclui o CEO.

CoiNext

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