Surgidas na década passada, as startups formaram um grande ecossistema que, rapidamente, mudou o mercado com ideias inovadoras. As grandes corporações enxergaram esse potencial e passaram a investir em parcerias para alavancar o crescimento dessas pequenas empresas e, consequentemente, o seu próprio. O intercâmbio de experiências e inovação entre as duas partes foi batizado de open innovation, conceito que ganhou mais força no Brasil nos últimos anos com a criação do Ranking 100 Open Startups, que busca fomentar essa troca destacando as startups mais atrativas para o mercado, bem como as companhias mais abertas para a inovação.

“Reinventar-se, normalmente, é um processo muito burocrático para grandes companhias, e o open innovation é o caminho mais ágil para alcançar as novidades que vêm das pequenas empresas”, afirma Leandro Oliveira, sócio-fundador da Vibbra! (www.vibbra.com.br). A plataforma, que faz a ponte entre freelancers de TI e contratantes com uma seleção criteriosa de profissionais, ficou em primeiro lugar na categoria marketplace e em 29º na ordem geral pela edição de 2018 do Ranking, divulgado no início de julho.

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A publicação é referência no acompanhamento das startups mais atrativas para o mercado corporativo. Para a lista são utilizados critérios como a reputação, a opinião do mercado sobre sua solução, a avaliação dos investidores e os negócios gerados com as grandes corporações. Há, então, um encontro para reuniões rápidas entre as candidatas e as instituições, última etapa para consolidar parcerias e, por fim, o Ranking.

“Para nós, isso significa a comprovação de que nossa solução atende às necessidades do mercado e de que o modelo é relevante”, declara Leandro.

Segundo a sócia da Vibbra! Juliana Nascimento, a boa colocação também reflete o crescimento e reconhecimento do mercado das chamadas RHtechs, startups que desenvolvem soluções tecnológicas para otimizar o setor de RH – assim como as Fintechs fazem nas finanças, as Agritechs na agricultura e as Edtechs na educação.

“O uso de novas tecnologias e novos processos para o RH é uma necessidade no mundo todo. Somos umas das poucas empresas do setor no Brasil que estão promovendo essa transformação no segmento de freelancers e acreditamos no potencial desse mercado, porque ainda há muitos gaps a cobrir, como a dificuldade de levar talentos aos contratantes com mais assertividade” afirma a empresária. “Já automatizamos em parte nosso processo e agora faremos isso continuamente com a utilização de bots e outras ferramentas”.

A Vibbra! tem como maior diferencial a rígida seleção dos freelancers de TI – de cem analisados, apenas sete são selecionados. O profissional passa a trabalhar diretamente com o cliente, como se fosse da equipe, mas de forma remota, e o marketplace acompanha o consumo do período contratado e fica responsável pelos pagamentos, a garantia de fluidez do trabalho e a comunicação entre as partes. Para os “vibbrantes”, o modelo representa melhores oportunidades e qualidade de vida, com a possibilidade do home office. A empresa cresceu 27% em 2017 e busca faturar mais de R$ 1 milhão até metade de 2019.

Sobre a Vibbra!

Plataforma que conecta talentos de TI a empresas em todo o Brasil. Desenvolvedores, designers e gerentes qualificados trabalham remotamente e complementam as equipes internas ou formam times para projetos pontuais. Os profissionais ganham oportunidades e qualidade de vida, enquanto os contratantes obtêm boa performance e economia de tempo e dinheiro. Criada em 2016 pelo analista de sistemas Leandro Oliveira, a startup recebeu aporte da venture builder SuperJobs em 2017. Para saber mais, acesse: www.vibbra.com.br.

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