“Nossa função é ser o elo entre os passageiros e operadoras de táxi aéreo, aumentando sua eficiência, melhorando a aviação executiva no Brasil, e trazendo a economia compartilhada para democratizar o mercado. Atualmente, nossos passageiros podem aproveitar voos compartilhados, por meio do aplicativo, e fazer cotações pelo site www.flyflapper.com. Em breve, lançaremos a nova versão do sistema, com preços dinâmicos e mais promoções de voos partilhados”, diz o CEO da empresa, o polonês radicado no Brasil, Paul Malicki, 29 anos.

“Temos acesso a todas as aeronaves ­– desde um turboélice monomotor, até um Gulfstream ou Legacy 600, cujo frete pode custar até R$ 100 mil. No momento, o serviço compartilhado está sendo realizado com o King Air B200 ou Pilatus PC 12, devido as suas grandes experiências e ótimo histórico de segurança.”

A frota da Flapper conta com de mais de 20 operadoras de táxi aéreo, desde grandes players, como CB Air e Líder, até empresas de nicho que precisam angariar recursos para criar grandes times de venda. As aeronaves selecionadas pela companhia operam exclusivamente com regulação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), de acordo com a RBAC 135.

As vantagens para o passageiro ao optar pela aviação privada, segundo Malicki, são diversas: “Resolve as longas filas nos aeroportos, melhora o atendimento, desvia dos cancelamentos frequentes e evita os lounges VIP mais caros. De quebra, soluciona pontos sensíveis da aviação executiva, como a falta de tecnologia, de marca unificada e de compartilhamento de assentos”.

Executivo de uma grande operadora de telefonia, Lucas Amadeu já tinha usado os serviços da companhia no final do ano passado, em um voo para Paraty, no Rio. “Em maio, pude voar novamente, desta vez rumo à capital fluminense. Participei de três reuniões produtivas, e ainda voltei para casa, em São Paulo, a tempo de jantar com a família”, descreve.

“Para mim, as vantagens são o conforto e a agilidade no embarque. Para quem viaja com muita frequência, os aeroportos se transformam em pesadelos logísticos. Fico feliz com a chegada de um serviço como este no Brasil. O País tem milhares de executivos que trafegam constantemente. Para este público, serviços como o da Flapper representam um ganho de produtividade e qualidade de vida.”

Outra frente do marketplace, afirma Paul Malikci, são as parcerias corporativas, em que colaboradores e clientes das empresas parceiras têm descontos de até 50% com o serviço compartilhado.

Diego Quintanilha, sócio-diretor da Maclaude Partners, empresa de Consultoria Patrimonial sediada no Rio, é uma delas. “A motivação em nos tornarmos parceiros é decorrente do serviço diferenciado e inovador que a Flapper se propõe a prestar, o que faz todo o sentido para o perfil private dos nossos clientes, que demandam serviços com alto padrão de qualidade. Ademais, a economia compartilhada nos proporciona redução de custos e novas experiências”, assegura.

CIO do ChefsClub, outra empresa nascida na era da economia colaborativa, Lucas Messias Cardozo endossa o papel poderoso da tecnologia nas atuais relações de consumo: “O principal impacto da economia compartilhada é o uso/consumo da capacidade ociosa ou não adequada. O nascimento do ChefsClub, por exemplo, deu-se exatamente para ocupar mesas ociosas em restaurantes, estimulando os clientes a terem a mesma experiência, mas com desconto. Acredito que os setores primários ainda conseguirão ‘resistir’ por um bom tempo. Mas, quando falamos em serviços, entendo que, em uma década, quase a totalidade deles estará nessa grande aldeia”.

Hoje, a Flapper realiza um voo por semana entre São Paulo e Rio de Janeiro. O trecho sai por R$ 850,00. Em breve, a companhia pretende aprimorar seu aplicativo e inaugurar um serviço diário, além de abrir novos destinos, com Belo Horizonte e Brasília.

“Nossas expectativas são altas. O tamanho da frota de aeronaves continua a crescer dentro e fora do Brasil. Os jatos menores, que já prevalecem na aviação executiva, irão dominar as vendas nos próximos anos. Além disso, só nos Estados Unidos, as receitas dos serviços compartilhados passarão os serviços tradicionais até 2026. Sem falar da mobilidade, cujo caminho não tem mais volta”, conclui Paul Malicki.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here