A logística entre as lojas virtuais continua sendo o fator chave de sucesso dentro do setor brasileiro. Afinal, alguns elementos fazem com que os custos finais sejam menores para cada corporação.

A terceira edição da pesquisa Logística no E-commerce Brasileiro, realizada pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), com apoio da Brazil Panels e ComSchool, resultou em 544 questionários válidos no campo on-line entre os dias 22 e 29 de setembro de 2017, levando em conta que atualmente no país há 22 mil lojas ativas na web.

A amostra é composta por empresas de varejo de bens de consumo e os resultados ponderados de acordo com o porte de cada uma delas.

O primeiro ponto a ser questionado foi a estrutura da operação de armazenagem: 86,1% responderam que têm local próprio, enquanto 5,7% acusam fazer uso de empresa terceirizada e 8,2% alternam entre as duas opções.

Em seguida, foram levadas em conta as condições do estoque, se essa reserva é compartilhada com fornecedores no modelo de consignação ou dropshipping. Dos entrevistados, 74,6% não utilizam essa modalidade, enquanto 16,8% têm parte armazenamento com esse modelo e apenas 8,6% têm todo o seu catálogo compartilhado.

Por fim, para o envio dos pedidos, apesar de 80,9% dos empreendedores ainda utilizarem os Correios, esse número equivalia em 93% em 2013. Em contrapartida, a transportadora privada apresentou um crescimento considerável: 35% em 2013, 42,7% em 2015 e 52,8% em 2017.

A pesquisa da ABComm sobre logística no e-commerce brasileiro pode ser baixada na íntegra em: http://socia.is/log18

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