Gabriel De Lima jogava futebol profissional até o final de 2016, quando começou a trabalhar com outra de suas paixões, a edição de vídeo, para uma empresa de agenciamento de atletas, e logo viu uma grande oportunidade para crescer no meio esportivo.

Em apenas 1 ano, Gabriel trabalhou com inúmeros atletas de elite, sendo: Falcão, Séan Garnier, Leandro Lino, Diego Freestyle, Rodrigo Hardy, entre outros. Em Maio de 2018, o jovem empreendedor teve uma ideia de abrir a sua própria empresa, voltada à gestão de imagem e criação de conteúdo digital para atletas. Nascia então a GDL Sports Marketing.
“Como eu já tinha muita amizade com alguns atletas, consegui puxar alguns deles para a minha empresa”, fala.

Gabriel fala especificamente de Fineo Araújo e Thiago Bissoni, atletas de futsal que atualmente fazem parte do portfólio da GDL.

“Depois que tive um certo números de atletas no futsal, parti para o futebol de campo, e sem muito contato, fui mandando mensagem todos os dias, para vários atletas através de suas redes sociais”, conta.

Seu primeiro atleta de futebol foi o André Luis, atacante que defende as cores do Atlético/GO. E segundo Gabriel, após fechar com André, foi muito mais fácil entrar em contato com outros jogadores, pois agora já tinha um portfólio de vídeos e imagens para mostrar ao atleta.

Adonias e Diego Freestyle
Adonias e Diego Freestyle

Atualmente, a GDL Sports Marketing, conta com 15 jogadores de futebol e 6 jogadores de futsal, e o número para Gabriel, ainda é pouco, e sua ideia é crescer ainda mais.

“Pretendo focar bastante no futebol de campo, que é uma área que vejo que tende muito a crescer, sem desmerecer o futsal, é claro, sempre lembro que foi esse esporte que me abriu as portas”, fala.

Gabriel trabalha de segunda a domingo, e sua rotina, segundo ele, é bem diversificada, pois sempre tem alterações no calendário, seja de jogos, transferências de atletas ou até mesmo lesões.

“Normalmente, segunda e terça são os dias das criações digitais, e quarta e quinta, são os dias que envio o material para os atletas. Mas claro, sempre tem atletas que jogam na segunda, quarta, quinta, nunca tem um padrão certo, então sempre tem que ficar ligado”, conta.

Para Gabriel aqueles que querem ter um home office, é arriscar, sair dos padrões, e principalmente, ter comprometimento.

“Trabalhar em casa, acredito que seja o sonho de muitas pessoas. Mas claro que toda profissão exige comprometimento, e especificamente na minha área, exige o dobro. Atualmente conto com um designer, e um assessor de imprensa, o restante sou eu, a parte de criação, edição e negociação com os atletas. É um trabalho que pode dar um pouco de dor de cabeça, mas fazendo o que se ama, você nunca vai trabalhar uma vez na vida”, finaliza Gabriel.

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