Nesta era pós taylorismo, a criatividade vinculada a um não conformismo estará em alta. E explico. Creio que a franquia Toy Story – já em sua terceira edição como filme, tendo como casa de criação a Pixar Animation Studios é a referência a se buscar.

A casa dos contrários, rebeldes e não padronizados recebeu de braços abertos Brad Bird – um rebelde confesso. “É a primeira vez que sou admitido numa empresa por causa de minha rebeldia. Nas outras empresas, fui demitido por causa dela.” Para trabalhar com John Lasseter, demanda-se uma criatividade sem precedentes. Na verdade – a pessoa é criativa ou tenta ser. Não há meio termo. A boa notícia é que podemos desenvolver esse talento. E o primeiro passo é o da contrariedade. Questionar e não aceitar como pronto, definitivo ou decidido.

Há portanto uma grande janela de oportunidade. O Improv, mencionado no post anterior faz parte do exercício de se tornar mais aberto e diferente. É uma maneira de ser menos mecânico e mais humano. E com isso, mais inteligente e agradável.

Não defendo a contrariedade burra. Não faço apologia da inatividade ou do descompromisso. Quem já me ouviu em palestras sabe que levanto a bandeira da pró atividade. Pois exatamente por isso, é que devemos buscar o caminho menos trilhado – e nele, com coragem, inventarmos o novo.

  • Eu também prego a pro-atividade.
    Os líderes atuais no mínimo tem que ter flexibilidade
    e pro-atividade. Tem que ter a mente aberta para apreender coisas
    novas, tem que ver o mundo de forma diferente.
    Tem que ter disponibilidade e interesse quanto a inovação, acabou a época de lideres ignorantes.

    abraço amigão.