Esta semana participei do almoço da ADVB de entrega dos prêmios de Responsabilidade Social (Top Social). Ao longo do encontro, os presentes responderam uma pesquisa realizada pela Business School São Paulo, e com o processamento imediato sendo feito pela Micropower, tivemos uma prévia dos resultados enquanto saboreávamos a sobremesa.

Na primeira questão, fomos perguntados qual a área que mais poderia trazer resultados para a empresa. De pronto marquei INOVAÇÃO. Percebi que meus dois companheiros de mesa, sentados ao meu lado, também marcaram a mesma resposta. Pensei comigo mesmo: “sinal de visão de futuro”.

Pois bem, eramos minoria! De acordo com o resultado, as áreas de importância no pensamento do empresariado presente, são:

– Vendas 30,6%
– Relacionamento com clientes 24,5%
– Recursos Humanos 15,0%
– Marketing 11,8 %

e outras, com Inovação 4,3% no topo desse restante.

Ao sermos levados à última pergunta, Fatores que afetam o negócio da empresa, temos:

– Burocracia 31,7%
– Falta de Talentos Qualificados 29,6%
– Taxa de Juros 16,6%
– Disponibilidade de Crédito 14,5%
– Taxa de Câmbio 7,5%

Ou seja, nos aspectos externos, tanto a burocracia como a carência de talentos é o que está pegando.

Que conclusão você tira? Será que fiz certo em marcar a Inovação, juntamente com meus companheiros de mesa?

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  • A Inovação provavelmente é a única saída para que as empresas consigam driblar este “mundo massificado” no qual estamos inseridos. Alguém já viu alguma coisa diferente por aí? Algo sendo feito de maneira que o cliente olha e diz: nossa! Vou comer/utilizar isso pro resto da minha vida!

    É claro que ele nao vai utilizar isso pro resto da vida dele. Quando ele “aceitar” aquilo como algo bom toda a concorrência vai correr atrás e copiar o produto, resumindo a concorrência novamente ao fator “preço”. Neste momento, ou entramos na onda do preço ou inovamos novamente.

    No entanto, inovar não deveria ser algo momentâneo, mas sim um aspecto onipresente na organização. As empresas devem estar orientadas a inovar.

    Vendas, Marketing de Relacionamento….. isso tudo é consequência e só andam bem quando você tem um produto que realmente cria valor para o cliente.

    abraços!

  • Meu caro Rafael,

    É isso mesmo, a inovação contínua e continuada. Não sei onde – vou ter que procurar o que já postei sobre inovação e disse algo mais ou menos assim:

    A inovação tem a ver com a velocidade das mudanças internas. Se não muda (prática) só a idéia (teoria) de nada adianta. E essa velocidade tem que acompanhar as mudanças externas. Em resumo, não é fácil não, mas é possível!

    O aspecto do valor ao cliente é outra faceta importante. Só quando o cliente diz que “sim – criou valor”, é que está valendo. E aí estamos e estaremos na velocidade certa.